







Para o frigorífico, a EkoPalete fornece pallets plásticos vazados e câmaras frias injetadas (até −40°C), em conformidade com o RIISPOA (Decreto 9.013/2017) e a ABNT NBR 16242:2020. O Brasil produziu 31,57 milhões de toneladas de carnes em 2024 (CONAB), recorde histórico — e toda essa proteína depende de uma cadeia fria contínua. A linha cobre da sala de cortes (1210-3 Vazado) ao congelado pesado (Câmara Fria 1210-6 Travado), passando pelo pescado (Caixa de Pescados) e pela movimentação higiênica com color-coding (EKO 1210-3GP), com exportação apoiada na habilitação da planta (UE · China). O pallet plástico para frigorífico é uma embalagem de transporte de contato indireto: o que se exige dele são as Boas Práticas de Fabricação do RIISPOA — superfície lavável, não-porosa e drenante — e não uma norma de migração de embalagem em contato direto.
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A cada 7 itens plásticos quebrados do mesmo modelo e peso (pallets, caixas, pisos ou estrados) que o frigorífico devolve, a EkoPalete entrega 1 item novo equivalente, gratuitamente. As unidades retornam à cadeia de reciclagem própria e viram matéria-prima de novos pallets — logística reversa que reduz o custo de reposição e gera comprovante para os indicadores ESG (CDP, GRI, EcoVadis) e para a PNRS (Lei 12.305/2010).
O frigorífico impõe ao pallet um ciclo que poucos materiais aguentam: ele entra na câmara fria a temperatura negativa, sai para a sala de cortes em ambiente úmido e termina o dia na lavagem com agentes agressivos. É um regime de choque térmico somado a higienização química pesada, e o material precisa atravessar isso sem se degradar.
O pallet plástico injetado responde a quatro exigências simultâneas do ambiente sob inspeção federal. Primeiro, a cadeia fria contínua: o plástico mantém integridade estrutural do refrigerado ao ultra-congelado, sem trincar no choque térmico. Segundo, a drenagem: o modelo vazado escoa sangue e líquido na sala de cortes, evitando acúmulo sobre a superfície. Terceiro, a lavabilidade agressiva: a superfície não-porosa resiste a cloro, ácido peracético, soda e jato de alta pressão sem absorver líquido nem reter resíduo. Quarto, a ausência de porosidade, que elimina o ponto de contaminação que a madeira cria — a madeira incha, racha, mofa e solta farpa em ambiente refrigerado úmido, e por isso foi praticamente banida da câmara fria moderna. O ambiente também responde à NR-32 (segurança em serviços de saúde) onde aplicável e às Boas Práticas de Fabricação do RIISPOA.
No frigorífico, a autoridade sanitária é o MAPA, por meio do Serviço de Inspeção Federal (SIF) — e não a ANVISA. O arcabouço que rege o estabelecimento e o produto de origem animal é:
Um ponto técnico que separa o frigorífico do varejo alimentar: o pallet é embalagem terciária, de contato indireto — o cárneo viaja dentro de caixa ou saco, e o pallet não toca o alimento. Por isso, as exigências sobre o pallet decorrem das BPF do RIISPOA, e não do regime de migração da ANVISA RDC 56/2012 (atualizada pela RDC 961/2025), que se aplica a embalagens em contato direto com o alimento. Quando a aplicação exige, a EkoPalete fornece o material em PP grau-alimentício sob consulta técnica — sempre lembrando que a conformidade de contato direto é da caixa/saco, não do pallet.
Para a exportação, a habilitação é da planta, por país de destino: a União Europeia segue o Regulamento (CE) 853/2004 (higiene de gêneros de origem animal) com habilitação por auditoria; a China habilita plantas via GACC. Certificações como Halal e Kosher são certificações privadas religiosas, exigidas pelo comprador e emitidas por certificadora credenciada — não são normas do MAPA. O pallet plástico apoia essas auditorias com higiene e rastreabilidade, mas a habilitação é sempre do estabelecimento.
Cada ponto da cadeia — do abate à expedição — pede uma configuração diferente. O mapa abaixo liga a aplicação ao modelo EkoPalete.
Sala de cortes e área úmida (drenagem): o Pallet EKO 1210-3 Vazado 100×120×15 escoa sangue e líquido durante a movimentação e a lavagem, e suporta vapor e ácido peracético.
Movimentação higiênica com código visual: o Pallet EKO 1210-3GP usa color-coding (a cor azul como atributo de identificação visual) para organizar o giro em CD compartilhado e na linha do frio.
Câmara fria refrigerada — entrada e saída: o Pallet Câmara Fria EKO 1210 Encaixe cobre o resfriado de uso geral, com economia de espaço no retorno.
Câmara fria de carga pesada / drive-in: o Pallet Câmara Fria EKO 1210-6 Travado, com seis runners, atende rack profundo e empilhamento estático prolongado no congelado.
Ultra-congelado IQF e pescado: o Pallet Câmara Fria EKO 1210-3 (−40°C) é o modelo de temperatura extrema da linha, sempre injetado (nunca rotomoldado).
Embalagem direta de pescado refrigerado: a Caixa de Pescados 17,5×34×45 é lavável e drenante, para o pescado sobre o pallet.
Piso de sala de cortes / área úmida: o Piso Plástico 50×50×3 é drenante e antiderrapante para o piso molhado.
Movimentação interna na câmara e no estoque: o Estrado Plástico 50×50×5 apoia o trânsito interno e a estocagem.
São 19 anos fabricando para a cadeia do frio, e a câmara fria é, por decisão técnica, sempre injetada:
"Em frigorífico, o pallet vai pra câmara a −25, −40°C e volta pra lavagem com soda e ácido peracético no mesmo dia. Madeira não aguenta esse ciclo: incha, racha, mofa. Plástico injetado aguenta — e câmara fria a gente sempre faz injetado, é o que segura carga e temperatura sem trincar no choque térmico." — Cassio Drudi, fundador da EkoPalete
O pallet é embalagem de transporte de contato indireto; no ambiente sob inspeção federal, ele responde às Boas Práticas de Fabricação do RIISPOA (Decreto 9.013/2017) — superfície lavável, não-porosa e não-contaminante. Não se trata de norma de migração de embalagem, e sim de BPF do estabelecimento.
Sim. O polipropileno injetado resiste aos agentes de sanitização e ao jato de pressão sem absorver líquido nem reter resíduo, mantendo a superfície apta entre ciclos de uso.
Sim. A linha de câmara fria é injetada (nunca rotomoldada) e cobre do refrigerado ao ultra-congelado; o modelo EKO 1210-3 (−40°C) atende a temperatura extrema, como em túnel de congelamento e IQF.
A habilitação para exportar é da planta, concedida por país de destino (UE pelo Regulamento CE 853/2004, China pelo GACC). Halal e Kosher são certificações privadas exigidas pelo comprador, não normas do MAPA. O pallet contribui com a higiene e a rastreabilidade verificadas nessas auditorias.
Sim. O modelo vazado escoa líquidos na sala de cortes e durante a lavagem, evitando o acúmulo que comprometeria a higiene e a segurança do piso.
O pallet plástico é padronizável e pode ser mantido em loop controlado, apoiando a rastreabilidade exigida nas auditorias. O nível de identificação por unidade é definido conforme a necessidade da operação.
Sim. A cada 7 itens plásticos quebrados do mesmo modelo e peso devolvidos, a EkoPalete entrega 1 novo equivalente, gratuitamente, com a logística reversa alimentando a cadeia de reciclagem própria.
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