










Para a operação logística, a EkoPalete fornece pallets plásticos padronizados no padrão PBR 1000×1200 e Euro 800×1200, em conformidade com a ABNT NBR 16242:2020 e a ISO 6780. A linha cobre da movimentação primária (1210-3 Vazado / 1210-6 Travado) ao rack profundo (Alma de Aço), com modelos de exportação (105×105 · 109×109 EkoBag · 110×110) que dispensam o tratamento fitossanitário ISPM-15 exigido da madeira. O pallet plástico para logística é o elo padronizado que mantém a carga compatível com o rack, a empilhadeira e o contêiner ao longo de todo o fluxo do centro de distribuição.
♻️ Programa de Troca 7:1 — exclusivo EkoPalete
A cada 7 itens plásticos quebrados do mesmo modelo e peso (pallets, caixas, pisos ou estrados) que a operação devolve, a EkoPalete entrega 1 item novo equivalente, gratuitamente. As unidades retornam à cadeia de reciclagem própria e viram matéria-prima de novos pallets — logística reversa que reduz o custo de reposição do parque de pallets e gera comprovante para os indicadores ESG (CDP, GRI, EcoVadis) e para a PNRS (Lei 12.305/2010).
No centro de distribuição, o pallet não é um detalhe: é a unidade de movimentação que precisa se repetir igual milhares de vezes, entre clientes, racks e modais diferentes. Quatro exigências definem a escolha.
A primeira é a padronização dimensional: o plástico injetado não incha nem muda de medida com a umidade, mantendo a mesma cota que o rack, a empilhadeira e o contêiner esperam — o que a madeira, sujeita a variação dimensional, não garante. A segunda é a durabilidade em alto giro: em uma operação que cicla o ativo continuamente, a vida útil longa do plástico reduz a reposição e o refugo. A terceira é a compatibilidade com automação: sistemas ASRS, transelevadores e esteiras exigem tolerância dimensional rígida e base consistente, e a consistência do pallet plástico evita travamento na linha. A quarta é a economia circular: o ativo retorna ao fim da vida útil para a cadeia de reciclagem própria, em vez de virar passivo de descarte. Some-se a isso a dispensa do tratamento fitossanitário na exportação, e o pallet plástico passa a tirar uma etapa e um risco do fluxo do CD.
A operação logística cruza normas técnicas de pallet e padrões de mercado de intercambialidade. As referências centrais:
Vale a distinção: ANTT e INMETRO têm relevância apenas indireta aqui — regulam o transporte e a metrologia legal, não o pallet em si. E o pooling (aluguel de um parque de pallets em circulação fechada) é um modelo de mercado, não uma norma; convive com a compra direta e com a troca aberta do padrão PBR.
Cada perfil de operação pede uma configuração. O mapa abaixo liga o cenário logístico ao modelo EkoPalete.
3PL/4PL e ciclo retornável multi-cliente: o Pallet EKO 1210-6 Travado e o Pallet EKO 1210L Liso Fechado padronizam o parque entre clientes; para loop just-in-sequence, o Pallet 100×120×15 KLT.
E-commerce e fulfillment: a Caixa com Tampa 40×60×37 apoia o picking fracionado e o Pallet EKO 1210-3 Vazado sustenta a base de separação com alto giro.
ASRS, drive-in, push-back e double-deep: o Pallet 100×120×15 Alma de Aço entrega a rigidez de rack pesado, com o 1210-6 Travado para carga ensaiada conforme a NBR 16242:2020 (confirmar a classe de carga na ficha).
Cross-docking: o Pallet EKO 1210-3 Vazado e o 1210-6 Travado padronizam o trânsito rápido de consolidação, sem estocagem.
Exportação consolidada (porto e contêiner): o Pallet 105×105×12 Exportação Big Bag, o EkoBag 109×109×14 e o Pallet 110×110×12 para Big Bags otimizam o contêiner e dispensam o ISPM-15.
Big bag e granel paletizado: o EkoBag 109×109, o 110×110×12 e o Alma de Aço dão base estrutural ao FIBC de 1 m³.
Contenção de IBC em CD químico: o Pallet de Contenção para IBC 1000 L com Pingador recebe o IBC sob contenção de derrames.
Estrado de armazém e drenagem de piso úmido: o Estrado Eko Super 41×82×13 eleva a carga do piso, com ventilação e drenagem.
São 19 anos padronizando parque de pallets para centro de distribuição:
"No CD a régua é padronização: PBR 1000×1200 pra operação Brasil, Euro 800×1200 pra Europa. O pallet certo é o que encaixa no rack, na empilhadeira e no contêiner sem variação — plástico não incha nem muda de medida com a umidade." — Cassio Drudi, fundador da EkoPalete
O PBR 1000×1200 é o padrão aberto brasileiro (mantido pela ABRAS) e cobre a maior parte da malha de racks e contêineres do país; o Euro 800×1200 é o padrão europeu. A escolha segue o destino da carga e o sistema de armazenagem. O PBR é um padrão de mercado, não uma norma ABNT.
Sim. A ABNT NBR 16242:2020 classifica o pallet por classe de carga e prevê ensaios estático, dinâmico e em rack. A classe de cada modelo é confirmada na ficha técnica.
Os modelos travados e reforçados — como o EKO 1210-6 Travado e o Alma de Aço — atendem a carga de rack em armazenagem profunda. A capacidade de rack exata deve ser confirmada na ficha técnica do modelo, conforme a classe de carga.
O pooling é o aluguel de pallets em circulação fechada, com taxa recorrente; a propriedade elimina essa taxa e, somada à durabilidade do plástico e ao Programa de Troca 7:1, reduz a reposição do parque. O custo total de propriedade depende do giro e do perfil da operação, e é dimensionado caso a caso.
Sim. O ISPM-15 rege apenas a embalagem de madeira; o pallet plástico está fora do escopo da norma (FAO/IPPC), atravessando fronteira sem tratamento fitossanitário nem selo, o que elimina uma etapa e um risco de retenção.
O pallet plástico é padronizável e pode ser identificado e mantido em loop controlado, apoiando a rastreabilidade da operação. O nível de identificação por unidade é definido conforme a necessidade do cliente.
Sim. A cada 7 itens plásticos quebrados do mesmo modelo e peso devolvidos, a EkoPalete entrega 1 novo equivalente, gratuitamente, com a logística reversa alimentando a cadeia de reciclagem própria.
Solicite cotação para operação logística — atendimento B2B consultivo, com retorno em 24h. Para entender o mercado, leia também a logística no Brasil em 2026.